Colômbia terá de ouvir gritos das ruas em eleição presidencial

EUA destacam ao Itamaraty necessidade de ‘resposta forte e unida’ a agressão russa na Ucrânia
11 de janeiro de 2022
Juíza se irrita com pedido de invasor do Capitólio para visitar família da namorada na Jamaica
11 de janeiro de 2022
As eleições presidenciais colombianas de 2022 terão pouco a ver com as anteriores, de 2018. Naquela ocasião, havia um racha essencial no país por conta do acordo de paz entre o Estado e a guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que persiste, mas com matizes. Na época, o caudilho de direita Álvaro Uribe ainda dava as cartas de modo influente na decisão dos eleitores. E quem surgia como figura algo perturbadora era Gustavo Petro, um ex-guerrilheiro do M-19, que já havia abandonado as armas por meio de um acordo de paz e já estava domesticado pela vida política _havia sido prefeito de Bogotá e senador_, embora gerasse altíssimas taxas de rejeição.
Leia mais (01/10/2022 – 18h41)

Os comentários estão encerrados.