Conversa no começo da carreira já revelava um Ronaldo ambicioso

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Perto do Mundial de 1994, vi Ronaldo jogar pelo Cruzeiro, com 17 anos, e fiquei encantado. Parecia um fenômeno, como foi, um dos maiores da história do futebol. Na época, disse, em uma entrevista, que ele deveria ser convocado e que só não seria titular porque o Brasil já tinha uma excepcional dupla de atacantes, Romário e Bebeto. Na final, contra a Itália, durante a prorrogação, Ronaldo é quem deveria ter entrado, e não Viola.
Leia mais (12/21/2021 – 15h25)

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