Criador de boi não é burro nem bandido, diz antropólogo que estudou os caubóis da Amazônia

Na praia, lembre-se que o descartável viajará 160 km até o aterro ou ficará 400 anos no mar
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Quando desembarcam na Amazônia, os antropólogos costumam estudar culturas indígenas ameaçadas. O norte-americano Jeffrey Hoelle, professor da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, seguiu o caminho inverso. Ele se dedicou a entender por que o “ethos” da pecuária, principal vetor de desmatamento da floresta, se espalhou tão rapidamente pela região, inclusive entre os tradicionais seringueiros do Acre.
Leia mais (12/26/2021 – 23h15)

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