Lya Luft não narrou luta do feminismo, mas expôs condição da mulher

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Não foi apenas uma reviravolta, mas várias. Na trajetória de Lya Luft, que morreu nesta quinta-feira (30), é possível enumerar um conjunto impressionante de transformações. Nascida em família germânica, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, uma das cidades mais marcadas pela presença alemã no país, teve como primeira língua o alemão. Numa época em que a definição religiosa era relevante e quase inamovível, Lya converteu-se do luteranismo ao catolicismo.
Leia mais (12/30/2021 – 17h13)

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