Thiago de Mello dedicou sua vida e sua poesia a utopia militante pela natureza

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“Somente sou quando em verso”, afirmava o poeta em seu livro de estreia, “Silêncio e Palavra”, de 1951. Fiel a essa declaração de princípios, longevo e prolífico, Thiago de Mello, morto nesta sexta, aos 95 anos, escreveu em poesia -que considerava uma “espécie de mal de nascença”- a crônica de sua vida, do nascimento às disposições para o próprio velório.
Leia mais (01/14/2022 – 21h04)

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