Quando o debate sobre Israel ocupa todo o espaço moral, mas o avanço do antissemitismo é relativizado, o problema já não é apenas político. É ético. A celebração do Dia Nacional da Lembrança do Holocausto (o extermínio de 6 milhões de judeus pelos nazistas no coração da Europa), nesta quinta-feira (16), deveria servir menos à liturgia da lembrança do que ao exame da consciência contemporânea. Sob esse critério, nosso tempo falha.
Leia mais (04/15/2026 – 22h00)
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