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Compartilho, para escrutínio público, uma experiência particular, que lamento não ser única. Munida de pedido médico, me dirigi a um dos melhores laboratórios do país para um exame de carótida. Trata-se de avaliar o calibre das artérias pelo ultrassom, passando um aparelho sobre o pescoço. Nada poderia ser mais simples, indolor e rápido. Mas eis que o técnico que conduziu o exame resolveu que para fazê-lo caberia apoiar o braço sobre meu seio. Roçar no mamilo para fazer um exame de carótida equivaleria a roçar na glande masculina para fazer um ultrassom de abdome: ambas são manobras tecnicamente erradas e inapropriadas.
Leia mais (05/09/2022 – 11h00)

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