Galvão Bueno estreou em sua Copa de despedida, no primeiro jogo do Brasil, com três comentaristas, dois negros, uma mulher, e uma narração sóbria para os padrões que ele mesmo estabeleceu. Na torcida, mas sem instigar os conflitos de antes, efeito talvez da quantidade de anunciantes que o têm hoje como garoto-propaganda.
Leia mais (11/27/2022 – 20h14)
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