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Rondônia, terça, 23 de abril de 2024.

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Economia é linguagem

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O professor Bart Wilson, da Universidade Chapman, na Califórnia, e eu estamos escrevendo um ensaio dirigido aos nossos colegas economistas sobre o que chamamos de “humanômica”. Wilson e eu, com muito poucos outros, como o prêmio Nobel Vernon Smith, tentamos há décadas convencer os economistas a olharem além de um behaviorismo estreito, o dogma metodológico de que os seres humanos devem ser estudados como se fossem gorilas, formigas ou moléculas, ou mesmo rochas, sempre de fora. O behaviorismo pressupõe que o economista não sabe o que se passa na cabeça dos humanos. Os behavioristas dizem: “Olhe apenas para os atos externos deles. Falar não tem sentido”.
Leia mais (04/03/2024 – 00h52)
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